Tenho escrito invariavelmente artigos que, em teoria, apontam vias para a evolução do Pólo Aquático (PA) nacional. Quando li o artigo do meu companheiro de coluna, Bruno Pita, a quem endereço os meus parabéns, ficou o amargo sabor de perceber a comunidade técnica da nossa modalidade pouco activa e mediocremente actualizada. Não por achar o seu artigo errado (muito pelo contrário), mas por o considerar um oásis, num deserto.