Fluvial incorre em multa por falta de policiamento
O Fluvial Portuense não requisitou policiamento para o jogo frente ao Paredes Rota dos Móveis, da 14.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, realizado no passado sábado em Lordelo do Ouro, e incorre, segundo o artigo 30.5 do Regulamento de Competições Nacionais, numa “sanção pecuniária no valor entre 100 e 1000 euros”. Contudo, esse mesmo artigo indica também que, “não existindo policiamento, o jogo não se realizará”.
Este é o primeiro «caso» de falha na requisição das forças de segurança. O policiamento em todos os encontros do Nacional do escalão principal passou a ser obrigatório a partir da 13.ª jornada, na sequência dos incidentes verificados na Piscina Municipal de Campanhã, em partida que opôs Salgueiros e Paredes.
Segundo o que o CHLORUS conseguiu apurar, o relatório dos árbitros Luís Santos e Eurico Silva enviado para a Federação Portuguesa de Natação (FPN) não é igual ao relatório (cópia) entregue, no final da partida, aos delegados fluvialistas e paredenses, que passaram a ter acesso a este documento com a entrada em vigor do novo regulamento disciplinar.
Pode verificar-se que no relatório final, que o CHLORUS teve acesso, está registada a falta de policiamento no jogo, ao contrário da cópia do mesmo entregue aos delegados das equipas, que o CHLORUS também teve acesso, não indicar tal irregularidade.
Ainda no relatório consta o comportamento incorrecto do treinador João Pedro Santos, que se encontrava castigado por um jogo, podendo, por esse facto, ser-lhe agravada a pena de suspensão. Segundo o relatório, o técnico fluvialista, além de estar numa zona muito próxima do cais da piscina, arremessou uma garrafa contra a parede.
Fonte do Fluvial confirmou ao CHLORUS que tais factos registados no relatório dos árbitros não correspondem à verdade e já terá sido feita a defesa do técnico portuense para a FPN.




